Michael Jackson (1958 – 2009)

mjComo entender a cultura Pop sem citar Michael Jackson? Como lembrar dos anos 80 sem mencioná-lo?

Michael Jackson revolucionou a música, o video clip, a dança, a estética, mas acabou por transformar-se em um espetáculo, tanto nos palcos, como na vida pessoal.

Ele foi um dos primeiros negros recordista de vendas internacionais, com arranjos musicais inimagináveis; as roupas, a maquiagem, os exageros, criou um conceito único para si mesmo; transformou a forma de conceber o vídeo clip (e a cada produção ele reinventava-se); usava com maestria a performance, a dança, a expressão corporal.

Michael Jackson tornou-se único e imortal. Sua imaturidade e excentricidade não conseguem ofuscar, em nada, sua genialidade.

Sobre o fim do diploma de jornalismo…

Por 8 votos contra 1,  os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram, em 17 de junho, que o diploma de jornalismo não é necessário para o exercício da profissão.

E, em 30 de abril, os mesmos ministros do STF decidiram pelo fim da Lei de Imprensa, que data de 1967, ou seja, aprovada em pleno regime militar. O STJ declarou que a lei é incompatível com a Constituição Federal.

Bem, sobre o assunto, minha (modesta!) opinião:

1- Não creio que seja necessário graduar-se em jornalismo para exercer a profissão, desde que o profissional conheça as técnicas e ética da profissão. Afinal, não é qualquer comunicólogo que faz jornalismo (e também não é qualquer fulano formado em jornalismo que pratica  jornalismo);

2- A publicidade, por exemplo, é uma profissão em que não se exige diploma, no entanto, o Brasil é um dos países que mais ganha prêmios internacionais, ou seja, a formação (embora importante) não resulta por si só em qualidade;

3- Acredito que o jornalismo, como é praticado hoje, tornou-se algo mais parecido com Relações Públicas. O jornalismo que conheço hoje não é mais uma ferramenta que reporta a realidade de forma isenta  e interligar assuntos aparentemente desconexos, para conduzir a sociedade ao questionamento e critica social. O jornalismo que vejo hoje é partidário, comprometido com instituições e pessoas – e isso é RP!;

4- A correria das redações, o preparo das fontes, a massificação dos canais, a política imposta etc etc etc agem sobre todos no ambiente das redações, seja sobre jornalistas e sobre não-jornalistas. Ou seja, abrir-se o mercado de trabalho não garante, necessariamente, uma melhora no resultado-final se não mexermos na estrutura das empresas de comunicação (mas é claro que isso não vai acontecer);

5- Sinto pelos profissionais de comunicação, estressados, pressionados por tempo e por política, mal-remunerados, desvalorizados e sujeitos a muitas formas de assédio moral. Abrir o mercado só aumenta a pressão, contribui para o achatamento dos salários e cria condições ainda mais propícias para o assédio moral;

6- Creio que a decisão vai sim impactar a formação profissional. E isso é muito bom!!!

7- Acredito que bons profissionais destacam-se sempre. Então, graduado ou não, o bom jornalista vai sempre ter espaço para o exercício da profissão.

Agora são 31, mas quem está contanto???

Neste aniversário, eu prometo:

1- Criar juízo (mas o que será que esse bicho come?);
2- prestar mais atenção ao meu redor (afinal, na minha idade é melhor estar atento… não tenho mais 20 anos, não posso mais perder oportunidades…);
3- me alimentar melhor (isso é sério!);
4- ir (e retornar!) aos médicos (odeio médicos…) e cumprir as orientações;
5- aprender algo novo, revolucionar meu mundinho…

Utilidade pública

Tô sem sono! Navegando achei um post bem legal sobre aqueles sinaizinhos das etiquetas de roupas que indicam como conservá-las melhor.

Conforme instrução da Norma NBR ISO 3758/2006, traduzidas na tabela abaixo:

lavagem manual Lavar à mão processo normal Processo normal de lavagem; temperatura máxima da água
processo suave Processo suave de lavagem; temperatura máxima da água processo muito suave Processo muito suave de lavagem; temperatura máxima da água
não lavar Não lavar permitido alvejante Pode usar alvejante
permitido alveejante sem cloro Pode usar alvejante SEM cloro não usar alvejante Não usar alvejante
secar estendido no varal Secar estendido no varal seccagem estendida sem torcer Estender no varal SEM torcer
secagem na sombra Secar na sombra secagem na horizontal Secar na posição horizontal
lavar a seco Lavar à seco lavar a seco processo suave Lavar suave à seco
lavar a seco hidrocarboneto Lavar à seco com hidrocarboneto lavar a secohidrocarboneto processo suave Lavar suave à seco com hidrocarboneto
limpeza a úmido Limpeza à úmido limpeza a úmido processo suave Limpeza suave à úmido
limpeza a úmido processo muito suave Limpeza muito suave à úmido não limpar a seco Não lavar à seco
secagem em tambor temperatura máxima Pode usar secadora temperatura alta secagem tambor temperatura mínima Pode usar secadora temperatura baixa
não secar em tambor Não usar secadora    
passar temperatura máxima 110° Pode passar em temperatura baixa passar temperatura máxima 150° Pode passar em temperatura média
passar temperatura máxima 200° Pode passar em temperatura alta não passar Não pode passar

Um sábado delicioso!!!

Entrada principalQuanto tempo faz que não passo um sábado assim… calmo, despretencioso, simples, sem pressa… dia singelo em um lugar fantástico em companhia agradável, cuja simplicidade teima em escorrer de mansinho, sem que nos demos conta de como a vida é boa de se viver.

Minha amiga me comunicou que este sábado seria dela, que eu não deveria marcar nada. Havia muito tempo que não nos víamos com calma, conversávamos, trocávamos idéias e experiências… no corre-corre do dia-a-dia é impossível saborear a genialidade da existência de amigos verdadeiros.

Bem. Fomos ao Instituto Moreira Sales (http://ims.uol.com.br/ims/). O lugar simplesmente é lindo, calmo, um recanto no meio da agitação. O jardim e o bistrô parece transportado das páginas de uma revista de decoração italiana.

O IMS foi fundado por Walther Moreira Salles e é mantido pelo Unibanco com entrada do prédioa finalidade de promover o desenvolvimento de programas culturais em fotografia, literatura, cinema, artes plásticas e música brasileira.

Para nossa surpresa, não havia quase ninguém. Vimos alguns americanos e franceses. E aí me pergunto: como nós perdemos tudo isso??? Como abrimos mão de conhecer lugares fantásticos assim???

Bem, se puder visitar. O IMS fica na Gávea, próximo a um dos acessos à Rocinha.

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Amo muito tudo isso

Coisas que eu amo:

1- Tomar chuva;
2- Morrer de rir;
3- Me perder (sempre que me perco, aprendo algo sobre nova perspectiva):
4- Ser desafiada;
5- Aprender algo novo, inusitado;
6- Teimar (claro que de forma saudável, para preservar meu ponto de vista):
7- Dar presente;
8- Ser surpreendida;
9- Cozinhar para alguém (odeio lavar a louça):
10- Cheiro de coisa nova.

Mundo online

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Vivemos em um mundo sem precedentes… E todas as possibilidades e opções que temos são espantosas!!!

Quando nasci (há alguns anos atrás – aff!!!), o computador pessoal estava começando a surgir e anunciava o início de uma revolução. Na mesa de trabalho do meu pai tinha uma máquina de escrever top de linha. Hoje, ele acaba de vencer o medo de aprender Word (o que é fantástico!!! considerando o pavor que ele tinha… e aliás, não julguemos ou menosprezemos qualquer tipo de medo que consome e paralisa irracionalmente… todos nós temos nossos fantasmas…).

Fui apresentada à internet quando iria tornar-se comercial, em 1995, dentro do campus da Unicamp. De lá para cá tanta coisa já mudou e o mundo online interage e interfere na vida real das pessoas.

Minha amiga (irmã!) acaba de embarcar para o exterior. Fez tudo online, conheceu gente por lá, acertou os detalhes e fechou as malas. Estou feliz por ela e espantada com as reais possibilidades do mundo online.

Claro que histórias estão por todos os lados. Me perdoe se estou sendo tão óbvia, mas… fico um tanto na defensiva online… não sei se são os efeitos colaterais do mundo em que fui criada, quando brincava com a máquina de escrever do meu pai ou passava tardes andando de bicicleta na rua com os amigos e chegava toda ralada em casa… mas o fato é que a internet é uma revolução sem precedentes que afetou o modo como nos relacionamos, como adquirimos conhecimento, como entendemos o mundo etc.

=D

Ponderações…

Oi voltei.
Em primeiro lugar, gostaria de me desculpar pela ausência aos parcos leitores deste espaço.

Gostaria de me justificar dizendo que estou sem tempo, blá, blá, blá. Mas falta de tempo é uma desculpa antiga… e tempo a gente sempre arranja quando quer… o fato é que andei cansada de sempre ter algo para falar.

Nesse tempo que passou, há tantas coisas que eu gostaria de ter escrito… mas estava em um outro momento de vida… Eu sei que em jornalismo notícia antiga é museu, mas me sinto tentada a retomar alguns tópicos:

1- Economia.
Gostaria de ter escrito sobre o artigo do Maílson da Nóbrega, publicada na Veja,  que trata sobre a “necessidade de privatização do Banco do Brasil”. Gostaria de ter dito o quanto isso é política e é nocivo! já que o fato de haverem bancos de capital misto (o BB não é público! E o BNDES não é banco!) têm (ops, sem acento, já que a grafia mudou com as novas Normas da Gramática Portuguesa) permitido ao governo interferir na condução de uma política econômica (não ideal), mas saudável; longe das intempéries que assolam o mercado externo. Aliás, temos sido elogiados por jornais internacionais exatamente por manter bancos capazes de investir em assuntos que extrapolam o retorno especulativo-financeiro e é exatamente isso que o famigerado artigo critica;

2- Mídia
Gostaria de debater sobre veículos de comunicação e seu papel no mundo. O episódio do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) que declarou “estar se lixando para a opinião pública” é um prato cheio para isso. Vejamos… a verdade é que o tal político, quando proferiu o verbete, falava sobre a imprensa e não sobre o público (ouça o áudio, disponível no Estadão); mas é claro que, habilidosos, os comunicólogos trataram de diluir o contexto da frase. Então, o que aprendemos com isso? Bem aprendemos que a imprensa pode sim distorcer fatos e discursos, criar monstros e que nenhuma figura pública que se preze pode se “lixar para a opinião pública”, nem desafiá-los, sob o risco de ter sua imagem irremediável e seriamente riscada.

Não me entenda mal. O fato é que não simpatizo com a idéia que a imprensa assuma o papel de Gatekeeper (o termo designa os fiscais da sociedade; pessoas, profissionais, carreiras imbuídas da (árdua) tarefa de policiar a sociedade). PARA MIM, esse é o papel do Judiciário, do Legislativo e do cidadão (ouso dizer!). À imprensa cabe reportar, noticiar, ser porta-voz. Mas é claro que, em uma sociedade na qual os órgãos de punição e fiscalização não funcionam, outros absorvem suas atribuições. Mas isso lhes é lícito??? Ou quais os interesses, filtros e ética utilizados nessa “fiscalização”??? Essa, aliás, é uma boa discussão. Qual a sua opinião? Adoraria ouvir;

3- Meio ambiente
Sabe, ando pessimista (de um jeito que eu nunca fui…). É, acho que estou ficando velha ou lendo jornais demais… hahahahaha. Li, recentemente, uma pesquisa da ONU que anunciava que possivelmente metade da população mundial não iria ter mais acesso a água em cerca de 15 anos. Bem, faça as contas: 15 anos! O que são 15 anos? É apavorante o “admirável mundo novo” que estamos deixando de herança para as futuras gerações.

4- Amigas
Minha amiga mais chegada está de malas prontas para a Itália. Estou muito feliz por ela, mas quem vai escutar minhas neuras??? E rir das minhas piadas mais infames… Aff!!! É, no final do ano fiquei órfã de pai, mãe e irmãos no Rio de Janeiro… agora de amiga também!?!?! Isso parece não ter fim…

5- Dia dos namorados
Está chegando!!! Estou com a seleção aberta, favor enviar currículos para…… hahahahahahaha

Bem, estou de volta.
Meio assim assim… mas sabe que esse lance de escrever um blog é interessante… porque estava lembrando dos meus votos de Feliz Ano Novo… na época, criei a campanha: Boas notícias em 2009. Então, boas notícias para todos nós.

Eu voltarei mais vezes por aqui, espero que você também.
Bjs.

O vagabundo de Charles Chaplin lutou boxe!!!

Não lembrava dessa sequência!!! O doce vagabundo de Charlie Chaplin já lutou boxe!!! Se eu consigo, ele também!!! hahahahahaha

Viva la France!!! Edith Piaf

Para descansar depois de uma semana exaustiva!!!

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